sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

A brincar com os nomes próprios...

Primeiro, com o modelo da Cecília Meireles: Arabela / abria a janela; Catarina / erguia a cortina.

Depois, com atributos em quadras rimadas.
 
A Beatriz
coçava a cicatriz


A Beatriz
ia ao chafariz


A Bárbara
perdia-se na seara


A Mónica
brincava com a Chica


A Mariana
cuidava da mana


A Rita
punha a fita


A Catarina
lia a sina


A Joana
viajava para Viana


A Joana Costa
fazia uma aposta


A Beatriz Custódio
dizia o abecedário


À Beatriz Silva
nada salva
nem o lobo que uiva
na manhã alva


O Carlos Madeiras
é cheio de peneiras
Não sabe o que quer
Perde-se nas feiras


Na Catarina Guerra,
ninguém o dente ferra
Acha-se uma fera,
perdida na serra.


O Diogo Camacho,
não o acho
dizem-no macho,
mas ele gosta
é de cama e tacho.


O Fábio Costa
Do que não tem, gosta
Do que tem, desgosta


À Flávia Loureiro
roubamos o louro
pois ela é Antunes
e deixa-nos impunes


A Joana Duarte
é uma rapariga de arte
que tudo parte
e reparte
Também é Carina,
isto é, cara de menina.


O Luís Redes
ouve tudo
através das paredes


A Joana Silva
com a, salva
com e, dorme na selva,
deitada na relva.


A Katerina Borys
é menina fina
a quem os boys
dão muitas worries

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