Depois, com atributos em quadras rimadas.
A Beatriz
coçava a cicatriz
A Beatriz
ia ao chafariz
A Bárbara
perdia-se na seara
A Mónica
brincava com a Chica
A Mariana
cuidava da mana
A Rita
punha a fita
A Catarina
lia a sina
A Joana
viajava para Viana
A Joana Costa
fazia uma aposta
A Beatriz Custódio
dizia o abecedário
À Beatriz Silva
nada salva
nem o lobo que uiva
na manhã alva
O Carlos Madeiras
é cheio de peneiras
Não sabe o que quer
Perde-se nas feiras
Na Catarina Guerra,
ninguém o dente ferra
Acha-se uma fera,
perdida na serra.
O Diogo Camacho,
não o acho
dizem-no macho,
mas ele gosta
é de cama e tacho.
O Fábio Costa
Do que não tem, gosta
Do que tem, desgosta
À Flávia Loureiro
roubamos o louro
pois ela é Antunes
e deixa-nos impunes
A Joana Duarte
é uma rapariga de arte
que tudo parte
e reparte
Também é Carina,
isto é, cara de menina.
O Luís Redes
ouve tudo
através das paredes
A Joana Silva
com a, salva
com e, dorme na selva,
deitada na relva.
A Katerina Borys
é menina fina
a quem os boys
dão muitas worries
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