(imagem do Print Artist)
Era uma vez um rei de um reino muito distante. Um dia, ao amanhecer, descobriu, preocupado, que a pequena chave verde que guardara na gaveta da cómoda tinha desaparecido.
Este rei, também não era daqueles que se preocupava muito com o seu reino, apenas com a sua família e o dinheiro que passava de geração em geração, dinheiro da família real. Aquela chave verde era a única que conseguia abrir o baú com o tesouro da família que estava na cave do palácio e que era muito valioso, tinha muito dinheiro e muitas taças, coroas, colares anéis, etc…
O rei, desesperado, procurou em todas as gavetas da cómoda, mas nada. Muito zangado, começou a meter a culpa em toda a gente do palácio!
Enquanto o rei estava preocupado com a chave verde, Octávio um grande amigo do rei, estava a necessitar de ajuda, pois ele tinha doze filhas, a mulher e tudo para pagar. Octávio não tinha dinheiro para pagar os impostos do reino. O rei era muito severo quanto a isso, não deixava passar ninguém em branco, se não pagasse os impostos. Octávio era o único que também sabia da chave e a única maneira era abri-lo para ter algum dinheiro. Entretanto, no palácio o rei continuava desesperado.
- Mas quão importante é essa chave que tanto procura? - perguntou a rainha, meio zangada.
O rei respondeu com um olhar suspeito mas não esclareceu nada!
- É uma chave muito antiga! E eu necessito dela!
Passado algum tempo, o rei, ainda a pensar na chave, pôs toda gente à procura dela! Mas nada!
Anoiteceu e a rainha, ainda intrigada, com aquela chave, perguntou:
- Não há nenhuma cópia, dessa chave?
- Não, não há! - Respondeu o rei. Aquela chave é do baú que tem todo o dinheiro da família real. Neste caso, só eu sabia deste baú, por isso, não há outra chave igual àquela, uma chave verde, pequena, que durante gerações da minha família esteve sempre na gaveta da cómoda.
O rei não contara à rainha que Octávio também sabia da chave verde e onde o rei a guardara.
- Ah! Está tudo explicado! E já foi ver se está lá o baú?
- Que belíssima ideia! Vamos lá ver se o baú está na cave!
Desceram até à cave e estava lá o baú aberto, mas faltava uma certa quantia de moedas e uma taça de ouro. O rei olhou para o baú e viu um bilhete em que estava escrito:
“Obrigado, pois com este dinheiro e esta taça, vou poder dar uma vida melhor à minha mulher e ao às minhas doze filhas. Ass. Octávio!”
O rei pensou que alguém tão corajoso que roubava e deixava o seu nome, não merecia castigo! Olhou para o lado e viu a chave! Contente por isto, esqueceu tudo, deixando Octávio ficar com o dinheiro e continuar a viver feliz, como se nada se tivesse passado. Octávio ficou contente por não lhe ter acontecido nada, mas a rainha ainda ficava meio intrigada com história, mas também não passou disso.
Depois deste dia, o rei passou a dar mais importância ao reino, baixou os impostos e deu dinheiro a todas as famílias para uma vida melhor.
E assim toda a gente viveu feliz, o rei, a rainha, o reino e o Octávio.
Este rei, também não era daqueles que se preocupava muito com o seu reino, apenas com a sua família e o dinheiro que passava de geração em geração, dinheiro da família real. Aquela chave verde era a única que conseguia abrir o baú com o tesouro da família que estava na cave do palácio e que era muito valioso, tinha muito dinheiro e muitas taças, coroas, colares anéis, etc…
O rei, desesperado, procurou em todas as gavetas da cómoda, mas nada. Muito zangado, começou a meter a culpa em toda a gente do palácio!
Enquanto o rei estava preocupado com a chave verde, Octávio um grande amigo do rei, estava a necessitar de ajuda, pois ele tinha doze filhas, a mulher e tudo para pagar. Octávio não tinha dinheiro para pagar os impostos do reino. O rei era muito severo quanto a isso, não deixava passar ninguém em branco, se não pagasse os impostos. Octávio era o único que também sabia da chave e a única maneira era abri-lo para ter algum dinheiro. Entretanto, no palácio o rei continuava desesperado.
- Mas quão importante é essa chave que tanto procura? - perguntou a rainha, meio zangada.
O rei respondeu com um olhar suspeito mas não esclareceu nada!
- É uma chave muito antiga! E eu necessito dela!
Passado algum tempo, o rei, ainda a pensar na chave, pôs toda gente à procura dela! Mas nada!
Anoiteceu e a rainha, ainda intrigada, com aquela chave, perguntou:
- Não há nenhuma cópia, dessa chave?
- Não, não há! - Respondeu o rei. Aquela chave é do baú que tem todo o dinheiro da família real. Neste caso, só eu sabia deste baú, por isso, não há outra chave igual àquela, uma chave verde, pequena, que durante gerações da minha família esteve sempre na gaveta da cómoda.
O rei não contara à rainha que Octávio também sabia da chave verde e onde o rei a guardara.
- Ah! Está tudo explicado! E já foi ver se está lá o baú?
- Que belíssima ideia! Vamos lá ver se o baú está na cave!
Desceram até à cave e estava lá o baú aberto, mas faltava uma certa quantia de moedas e uma taça de ouro. O rei olhou para o baú e viu um bilhete em que estava escrito:
“Obrigado, pois com este dinheiro e esta taça, vou poder dar uma vida melhor à minha mulher e ao às minhas doze filhas. Ass. Octávio!”
O rei pensou que alguém tão corajoso que roubava e deixava o seu nome, não merecia castigo! Olhou para o lado e viu a chave! Contente por isto, esqueceu tudo, deixando Octávio ficar com o dinheiro e continuar a viver feliz, como se nada se tivesse passado. Octávio ficou contente por não lhe ter acontecido nada, mas a rainha ainda ficava meio intrigada com história, mas também não passou disso.
Depois deste dia, o rei passou a dar mais importância ao reino, baixou os impostos e deu dinheiro a todas as famílias para uma vida melhor.
E assim toda a gente viveu feliz, o rei, a rainha, o reino e o Octávio.
Mariana Sousa

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